Estudo I
E é assim que terminam as cartas de amor, ridículas. Se o tempo corrói o papel branco e as palavras não passam de manchas, as cartas de amor são feitas para serem esquecidas. Inferiorizadas, transformadas em nada.
O amor em si mesmo não é poético. O poético é o amor em cartas ridículas. O poético se faz no nada.
O amor em si mesmo não é poético. O poético é o amor em cartas ridículas. O poético se faz no nada.
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