Paisagens noturnas sufocam meus pensamentos.
Quando e onde chove no meu rosto, no casaco preto, na calçada alaranjada dos postes. Dói o frio, sinto os dentes.
Elas transitam, esfaqueiam todo o resto,
deixam somente os meus olhos e a minha dor a seu serviço. Não mais.
Quando e onde chove no meu rosto, no casaco preto, na calçada alaranjada dos postes. Dói o frio, sinto os dentes.
Elas transitam, esfaqueiam todo o resto,
deixam somente os meus olhos e a minha dor a seu serviço. Não mais.
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