Te convido para este passeio noturno
assombrado de vagas lembranças
em que a voz doce do silêncio
deixa lembrar um abismo do afeto
Veja por detrás das nuvens
não há azul que baste
na inúmera prisão do ar.
Neste desvanecer de imagens
perdidas todas nesse decair
de falsa liberdade.
Aprisiono-me neste branco
repito e repito
a tentativa da fuga
Pesam os mares de ilusões perdidas
a solidão dos pássaros
mortos em sangue pronfudo
após a língua entrecortada.
assombrado de vagas lembranças
em que a voz doce do silêncio
deixa lembrar um abismo do afeto
Veja por detrás das nuvens
não há azul que baste
na inúmera prisão do ar.
Neste desvanecer de imagens
perdidas todas nesse decair
de falsa liberdade.
Aprisiono-me neste branco
repito e repito
a tentativa da fuga
Pesam os mares de ilusões perdidas
a solidão dos pássaros
mortos em sangue pronfudo
após a língua entrecortada.